“Então, gritando, disse: ‘Pai Abraão, tenha misericórdia de mim! E mande que Lázaro molhe a ponta do dedo em água e me refresque a língua, porque estou atormentado neste fogo.’. Mas Abraão disse: ‘Filho, lembre-se de que você recebeu os seus bens durante a sua vida, enquanto Lázaro só teve males. Agora, porém, ele está consolado aqui, enquanto você está em tormentos'”. – Lucas 16:24-25
Não sabemos se a morte do rico foi repentina ou se houve um período. Alguém já disse: “Já pensou, de repente, você morre e parte dessa vida. Abre os olhos e olha… Tudo tranquilo, de paz, você pensa: “Deve estar tudo bem.” Pode ocorrer o contrário: gritos, sofrimento, pessoas desesperadas. Você pensa: “Me dei mal…”
Como disse no início, parece que os destinos mostrados nessa história de Jesus ainda não são céu e inferno, no sentido final, mas uma situação intermediária, enquanto se aguarda a volta de Jesus e o julgamento final.
Porém, em certo sentido, há um pré-julgamento: os que estiverem no Paraíso ou no seio de Abraão, seu destino é o céu e os que estiverem no lugar de tormento têm o inferno domo destino.
A eternidade começa após a morte, em sofrimento ou em consolo e conforto. E a maneira como vivemos aqui na terra é o que decide o nosso destino.
O rico viveu do seu jeito, pensando somente em si, sem preocupar-se com o próximo e especialmente distante de Deus. Hoje em dia boa parte das pessoas vive todos os dias as suas vidas, sem qualquer preocupação com o Criador, em saber a maneira que Ele quer que vivam. E, surpreendentemente, todo mundo diz querer morar no céu com Deus. É incoerente a vida que levam e o destino que desejam.
Há qualquer momento podemos fechar os olhos e abri-los na eternidade. Pensemos: a vida que eu estou levando, olhando os ensinos da Bíblia, garantem meu lugar no seio de Abraão? Importante: se você não conhece a Bíblia e o plano de Deus não tem meios para responder essa pergunta. Por que não começar hoje mesmo a busca para essa resposta?
O rico estava acostumado a mandar e, mesmo no lugar tormentoso, parece imaginar que pode mandar Lázaro ir ao seu auxílio. As pessoas vivem do seu jeito, pensando muitas vezes que seu dinheiro pode comprar tudo. Compram a felicidade, compram honra, compram respeito, compram até pessoas. E imaginam que podem comprar seu lugar após a morte. Puro engano.
Essa história mostra uma inversão que haverá entre a vida neste mundo e a porvir. Portanto, tenhamos cuidado com a “felicidade” que experimentamos no mundo. Se forem os “prazeres transitórios do pecado” (Hebreus 11:25), eles podem ser os responsáveis por uma inversão total quando entrarmos na eternidade.
Claro que esta parábola deve ser interpretada à luz de todo o evangelho. Não é ser rico que irá levar alguém a perdição ou a pobreza extrema à salvação. No Novo Testamento é a maneira como tratamos Jesus e seu evangelho que definirá nosso destino (João 3:16-18). Porém, uma vez de Jesus, nosso jeito de lidar as riquezas muda:
“Exorte os ricos deste mundo a que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para o nosso prazer. Que eles façam o bem, sejam ricos em boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; ajuntando para si mesmos um tesouro que é sólido fundamento para o futuro, a fim de tomarem posse da verdadeira vida.” – 1 Timóteo 6:17-19.
rio: gritos, sofrimento, pessoas desesperadas. Você pensa: “Me dei mal…”
Como disse no início, parece que os destinos mostrados nessa história de Jesus ainda não são céu e inferno, no sentido final, mas uma situação intermediária, enquanto se aguarda a volta de Jesus e o julgamento final.
Porém, em certo sentido, há um pré-julgamento: os que estiverem no Paraíso ou no seio de Abraão, seu destino é o céu e os que estiverem no lugar de tormento têm o inferno domo destino.
A eternidade começa após a morte, em sofrimento ou em consolo e conforto. E a maneira como vivemos aqui na terra é o que decide o nosso destino.
O rico viveu do seu jeito, pensando somente em si, sem preocupar-se com o próximo e especialmente distante de Deus. Hoje em dia boa parte das pessoas vive todos os dias as suas vidas, sem qualquer preocupação com o Criador, em saber a maneira que Ele quer que vivam. E, surpreendentemente, todo mundo diz querer morar no céu com Deus. É incoerente a vida que levam e o destino que desejam.
Há qualquer momento podemos fechar os olhos e abri-los na eternidade. Pensemos: a vida que eu estou levando, olhando os ensinos da Bíblia, garantem meu lugar no seio de Abraão? Importante: se você não conhece a Bíblia e o plano de Deus não tem meios para responder essa pergunta. Por que não começar hoje mesmo a busca para essa resposta?
O rico estava acostumado a mandar e, mesmo no lugar tormentoso, parece imaginar que pode mandar Lázaro ir ao seu auxílio. As pessoas vivem do seu jeito, pensando muitas vezes que seu dinheiro pode comprar tudo. Compram a felicidade, compram honra, compram respeito, compram até pessoas. E imaginam que podem comprar seu lugar após a morte. Puro engano.
Essa história mostra uma inversão que haverá entre a vida neste mundo e a porvir. Portanto, tenhamos cuidado com a “felicidade” que experimentamos no mundo. Se forem os “prazeres transitórios do pecado” (Hebreus 11:25), eles podem ser os responsáveis por uma inversão total quando entrarmos na eternidade.
Claro que esta parábola deve ser interpretada à luz de todo o evangelho. Não é ser rico que irá levar alguém a perdição ou a pobreza extrema à salvação. No Novo Testamento é a maneira como tratamos Jesus e seu evangelho que definirá nosso destino (João 3:16-18). Porém, uma vez de Jesus, nosso jeito de lidar as riquezas muda:
“Exorte os ricos deste mundo a que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para o nosso prazer. Que eles façam o bem, sejam ricos em boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; ajuntando para si mesmos um tesouro que é sólido fundamento para o futuro, a fim de tomarem posse da verdadeira vida.” – 1 Timóteo 6:17-19.











