“E Israel abençoou José, dizendo:
— O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que tem sido o meu pastor durante a minha vida até este dia.”
Gênesis 48:15
Andar na presença de Deus é um tema recorrente no Antigo Testamento. Enoque andou com Deus. Noé andou com Deus. Abraão e Isaque também andaram com Deus. E agora Jacó declara ter andado com Deus.
Como é possível andar na presença daquele que é onipresente, que está em todos os lugares ao mesmo tempo? Isso não acontece com todos?
A resposta é não. Andar na presença de Deus é fazer questão de ouvir os seus mandamentos e ensinamentos. É seguir as suas ordens e também os seus passos.
É renunciar à própria maneira e ao jeito de viver, decidindo deliberadamente que o caminho de Deus é melhor. Que seus mandamentos, mais do que ordens, são o modo de viver de forma mais plena e feliz.
Jacó reconhece que Deus tem sido o seu Pastor. E isso pressupõe que ele tem aceitado ser uma ovelha no aprisco do Pastor divino.
Não é por acaso que, mais tarde, a nação de Israel declarará: “Nós somos o seu povo, e as ovelhas do seu pasto” (Salmo 100:3). No Novo Testamento, Jesus nos convida a sermos suas ovelhas, o Bom Pastor que deu a vida pelas ovelhas (João 10).
Como é feliz a pessoa que em Deus confia (Salmo 84:12), que faz de Deus a sua morada e seu escudo, que busca andar à sombra do Onipotente (Salmo 91).
No fim de sua vida, aos 147 anos, Jacó declara esta verdade: Deus tem sido o seu Pastor.
Hoje, aos 52 anos (somente 95 a menos — rs), tenho tanta alegria de declarar que, neste ano, se completarão 37 anos em que Jesus tem sido o meu Pastor. E desejo ser cada vez mais uma ovelha obediente a Ele.
Para você que está lendo esta reflexão, meu desejo é que já seja uma ovelha do Pastor Eterno, divino, amoroso e misericordioso: Jesus.
E, caso ainda não seja, saiba que todos os dias são dias para pensar na eternidade que Jesus deseja que você e eu vivamos ao seu lado — dEle, o Bom Pastor.











