Boas e Más Decisões Determinam Destinos: Até Mesmo Eternos

“Impetuoso como a água, você não será o mais excelente, porque subiu ao leito de seu pai e o profanou; você profanou a minha cama.” – Gênesis 49:4

“O cetro não se afastará de Judá, nem o bastão sairá de entre os seus pés, até que venha Siló; e a eles obedecerão os povos.” – Gênesis 49:10

As bênçãos proféticas de Jacó parecem ser um anúncio do que aconteceria no futuro com as doze tribos de Israel.

Porém, quero destacar o comportamento de dois dos filhos do patriarca: Rúben e Judá.

Rúben era o primogênito. Naturalmente, a bênção de Abraão deveria ser sua. Contudo, na impetuosidade de sua juventude, teve relações com uma das concubinas de Jacó. Por esse ato, perdeu a bênção que lhe era reservada.

Judá, por outro lado, teve um destino diferente. Não era o primogênito e também começou com erros. Aos poucos, porém, foi mudando. Sua atitude ao oferecer-se para salvar Benjamin, e o fato de ter impedido que seus irmãos matassem José, demonstraram uma transformação genuína.

Por isso, tornou-se a tribo da qual viria o Messias. É de Judá que nasceria Jesus, o Leão da tribo de Judá.

Isso mostra o quanto decisões tomadas com impetuosidade e sem reflexão podem nos privar de bênçãos que seriam nossas, se tivéssemos outra atitude.

Cada decisão nossa — ainda que seja um erro que consideramos sem importância — pode nos afastar de grandes privilégios.

Mas há esperança. Cada dia é tempo de decidir se arrepender dos maus caminhos, voltar atrás e escolher obedecer ao evangelho de Jesus.

Enquanto há vida, há esperança.

Não podemos mudar muito o passado. Mas, por meio de boas decisões no presente, podemos construir um futuro maravilhoso.

E a melhor decisão que podemos tomar agora é seguir a Jesus, o descendente de Judá, e guardar os seus mandamentos.

Quando estivermos na eternidade com Ele, nos alegraremos por termos feito essa excelente escolha enquanto ainda estávamos aqui na terra.