O Fenômeno do Perdão
Aquele momento em que você está no culto como um todo está recebendo purificação dos pecados que cometeu durante a semana que se passou. Assim como a Páscoa representava o começo do ano para o judeu, cada semana representa um novo recomeço para nós discípulos de Cristo. Temos 52 duas renovações a cada ano. Podemos começar puros a cada semana na luta contra o pecado. Se Jesus voltar, vai nos encontrar limpos e prontos para ir com Ele.
Talvez você não esteja vendo nem sentindo, mas não é uma coisa na qual baseamos nossa fé porque vemos ou algo sentimental que nos toca o coração. É porque sabemos que o Senhor é bom e está nos purificando. O fenômeno do perdão dos nossos pecados está acontecendo no culto.
Quando criança eu passava as férias na casa dos meus avós no interior do Paraná. Eles não tinham luz elétrica, então lá pelas 17:30 a gente já começava a se aprontar para o banho. No máximo às 18:30hs o sol já tinha se posto. Nós já tínhamos tomado banho, mas ainda não íamos dormir. Nossa rede social era verdadeira e meus tios ficavam tocando violão ou conversando e contando algum “causo”. Tínhamos verdadeira comunhão e laços familiares foram formados. Na hora de dormir, porque era hora de apagar o lampião e se preparar para acordar cedo outro dia, tínhamos uma bacia com água ao lado da cama. Já tínhamos tomado banho, só precisávamos lavar os pés. Não devíamos sujar os lençóis com os pés sujos.
Se você já foi batizado, só precisa fazer a manutenção da pureza e lavar os pés. Nosso Mestre Jesus nos ensinou que devemos lavar os pés uns dos outros. Sim, a lição era sobre perdão e seguir o seu exemplo. Enquanto Ele não nos chama deitar de uma vez por todas, vamos nos purificar e lavar os pés. Um dia Jesus vai nos chamar definitivamente para deitar e não levantar mais. Devemos estar com corpo e pés limpos para não sujar a nossa eternidade.
A diferença entre nós e alguém que está no mundo não é o tamanho do pecado. Todos somos pecadores. A grande diferença é que para os discípulos a contagem dos pecados é “menos um“. Alguém sem Cristo é sempre “mais um” e assim vai acumulando.











